Bovespa retoma os 58 mil pontos e tem melhor nível desde 9 de dezembro

Bianca Pinto Lima

27 de dezembro de 2011 | 18h38

Claudia Violante, da Agência Estado

As bolsas europeias (à exceção de Londres) e norte-americanas começaram hoje a semana, depois da folga de Natal. Mas pouco mudou para a Bovespa. O giro engordou um pouco, mas os negócios estão tão murchos nas mesas neste restinho de 2011 que o entusiasmo foi fraco, e ainda diminuiu depois do almoço.

O Ibovespa terminou o dia com ganho de 0,58%, aos 58.005,20 pontos, melhor nível desde 9 de dezembro (58.236,46 pontos). Na mínima, registrou 57.611 pontos (-0,10%) e, na máxima, os 58.111 pontos (+0,77%). No mês, acumula ganho de 1,99% e, no ano, queda de 16,30%. O giro financeiro totalizou R$ 3,265 bilhões. Os dados são preliminares.

Petrobrás ON fechou com baixa de 0,04%, a PN avançou 0,14%, Vale ON subiu 0,66% e a PNA, 0,31%.

Com a agenda doméstica esvaziada, as atenções desta sessão se voltaram para os EUA, onde o principal destaque foi o índice de confiança do consumidor da Conference Board. E o indicador surpreendeu positivamente, ao avançar para 64,5 em dezembro, de 55,2 em novembro, e ante previsão dos economistas de que ficaria em 60.

Às 18h17, o Dow Jones subia 0,19%, o S&P avançava 0,23% e o Nasdaq tinha elevação de 0,49%.

As bolsas europeias fecharam sem direção comum hoje, e os volumes de negociação foram muito baixos, após o feriado de Natal ontem e com a aproximação do Ano Novo. Em Londres, os mercados continuaram fechados.

Na Nymex, o contrato do petróleo fechou em alta de 1,45%, a US$ 101,13 o barril. A alta foi influenciada por declarações do vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Rahimi, de que o país não vai permitir a passagem de carregamentos de petróleo pelo Estreito de Ormuz se países do Ocidente aplicarem sanções às exportações de petróleo iranianas.

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