Incertezas fazem Bolsas da Ásia fecharem sem sinal definido

Yolanda Fordelone

21 de setembro de 2011 | 07h55

As Bolsas da Ásia apresentaram números mistos. As incertezas sobre a economia global ditaram o ânimo dos investidores, ora preocupados com a crise de débito da Europa, ora otimistas e à espera do resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

Em pregão instável, a Bolsa de Hong Kong deslizou ao seu menor patamar em mais de dois anos. O índice Hang Seng caiu 190,63 pontos, ou 1%, e encerrou aos 18.824,17 pontos, o pior fechamento desde 17 de julho de 2009. Esprit liderou a queda entre as blue chips, ao cair 11,9% – nas últimas cinco sessões, a varejista de moda já perdeu 51%. Entre as imobiliárias, China Overseas Land baixou 3,9%.

Já as Bolsas da China fecharam em forte elevação, com a presença de investidores em busca de ofertas de ocasião no setor bancário e o aumento da demanda por parte dos fundos. O índice Xangai Composto ganhou 2,7% e encerrou aos 2.512,96 pontos. O índice Shenzhen Composto avançou 2,9% e terminou aos 1.102,29 pontos. Bank of China subiu 1% e Shanghai Pudong Development Bank teve aumento de 2,6%. Dongfang Electric disparou 7,1%. As informações são da Dow Jones.

(Ricardo Criez e Roberto Carlos dos Santos, da Agência Estado)

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