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Ouro entra no 8º pregão de perdas; prata atinge menor nível desde setembro de 2010

Yolanda Fordelone

20 de maio de 2013 | 09h31

LONDRES – A maior sequência de baixas do ouro desde a crise financeira entrou hoje em seu oitavo pregão, enquanto a prata atingiu seu menor nível desde setembro de 2010.

O apetite menor pelo porto seguro que o ouro representa já derrubou o preço do metal precioso em 20% desde o início do ano, com a diminuição dos temores em relação à inflação e a melhora do crescimento global.

O maior recuo visto hoje, no entanto, foi da prata, que chegou a cair quase 9% nos primeiros dez minutos de negócios da sessão asiática. Posteriormente, o metal apagou boa parte das perdas. O volume de transações com a prata é menor do que do ouro e é mais suscetível a movimentações muito bruscas.

O tombo da prata veio após o iene se fortalecer diante do dólar durante a madrugada, em reação a um comentário do ministro da Economia do Japão, Akira Amari, que citou preocupações com o fato de que a moeda pode prejudicar a economia japonesa se mantiver a trajetória recente de desvalorização. Logo após a fala de Amari, a prata recuou a US$ 20,30 por onça-troy. A queda foi intensificada pela quebra da barreira técnica de US$ 22,00, que levou a ordens de stop-loss ou de venda do metal a certo nível.

Alguns analistas e operadores acreditam que os movimentos do iene e dos metais preciosos podem estar ligados.

Às 8h20 (de Brasília), o ouro tinha queda de 0,14% no mercado à vista europeu, para US$ 1.365,80 a onça-troy. Em seu pior momento, o metal chegou a ser negociado a US$ 1.338,00 por onça-troy, a mínima em um mês. No mesmo horário, a prata apresentava uma baixa ainda expressiva, de 2,42%, a US$ 21,76 por onça-troy. As informações são da Dow Jones. 

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