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Receita libera consulta ao 1º lote de restituições do IR 2013, com valor recorde

Bianca Pinto Lima

10 de junho de 2013 | 07h00

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Atualizado às 17h

A temporada de restituições do Imposto de Renda 2013 (ano-calendário 2012) teve início nesta segunda-feira. Às 9 horas de hoje, a Receita Federal liberou a consulta ao 1º lote de devoluções, bem como a lotes residuais de cinco anos anteriores. Cerca de 2 milhões de contribuintes receberão R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 2,7 bilhões referentes apenas ao IR 2013 – um recorde.

Os valores serão creditados na próxima segunda-feira, dia 17, via depósito bancário. Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte deve acessar o site do Fisco ou ligar para o Receitafone 146. Além disso, é possível realizar a consulta por meio de aplicativos para tablets e smarthphones, com sistemas operacionais Android e iOS (Apple).

Logo após a abertura da consulta, o site da Receita apresentou instabilidade. A situação foi normalizada rapidamente, por volta das 9h30. No final desta tarde, contudo, a página voltou a ficar instável e lenta, impossibilitando o acesso dos internautas.

Nesta primeira leva do IR 2013, 1,9 milhão de contribuintes foram contemplados. O valor é corrigido pela taxa básica de juros, a Selic, de 1,60% (referente ao período entre maio e junho deste ano). Segundo o Fisco, do valor total do lote multiexercícios, R$ 2,2 bilhões serão pagos a contribuintes idosos e com deficiência física ou mental ou com doença grave.

As restituições do IR 2013 serão divididas em sete lotes, que vão de junho até dezembro. As datas para os pagamentos são: 17 de junho, 15 de julho, 15 de agosto, 16 de setembro, 15 de outubro, 18 de novembro e 16 de dezembro. O Fisco estima que serão restituídos cerca de R$ 12 bilhões aos contribuintes neste ano.

O prazo de entrega do IR 2013 terminou no último dia 30 de abril, mas isso não impede que o contribuinte corrija erros ou insira informações na declaração já enviada, caso julgue necessário. A alteração pode ser feita a qualquer momento, em até cinco anos, desde que o documento não esteja sob fiscalização.

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