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A morte de Renato Guerreiro

O Brasil perdeu nesta segunda-feira um de seus melhores profissionais de telecomunicações, primeiro presidente da Anatel, e um braço direito do ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta.

Ethevaldo Siqueira

28 de fevereiro de 2011 | 14h29

Renato Guerreiro, um dos principais líderes do processo de reestruturação e privatização das telecomunicações e primeiro presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), faleceu na manhã de hoje (28), aos 62 anos, em Brasília, vítima de câncer. A cerimônia de cremação foi anunciada para esta terça-feira em Brasília. Guerreiro deixa esposa, dois filhos e três netos.

Renato Guerreiro presidiu a Anatel a partir da fundação da agência, em novembro de 1997, até abril de 2002, quando deixou a autarquia para atuar como consultor. Foi uma espécie de braço direito do ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, de 1995 a 1998.

 Nascido em 15 de janeiro de 1949 em Oriximiná, no Estado do Pará, casado, engenheiro de telecomunicações pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), Guerreiro foi Secretário-Executivo do Ministério das Comunicações, quando desempenhou decisivo papel no projeto de privatização das telecomunicações e de criação da agência reguladora setorial.

(Mais informações sobre Renato Guerreiro: www.ethevaldo.com.br)

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