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Elevadores só para magros e sem malas em Cumbica

José Paulo Kupfer

03 de novembro de 2015 | 20h58

Quando estamos em alguma coisa mais parecida com o mundo mais desenvolvido  é que percebemos o quanto somos subdesenvolvidos. Idas ao aeroporto de Cumbica — o pomposo GruAirport –, por exemplo, chamam a atenção por esse tipo  triste de “lei de formação”.

Como pode um aeroporto internacional desse porte, na maior cidade da América Latina, não ter ainda uma linha de metrô — ou de trem, vá lá — que o ligue ao centro da cidade? A linha da CPTM em construção, pelo jeito, só vai ficar pronta ali por 2025.

Como pode um terminal novinho em folha, caso do Terminal 3, ter sido projetado com aqueles elevadores tão apertados? São vários, ok, o que já é estranho, mas em cada só cabem duas malas grandes e duas pessoas magras.

Se o infeliz estiver com um carrinho de bagagem, perderá, quase sempre, um tempo enorme para conseguir entrar num deles.

Se estiver em andar intermediário, então, melhor desistir, esquecer o carrinho, fazer força e levar as malas pelas escadas rolantes.

 

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