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Erros e acertos da chutometria – versão oficial

José Paulo Kupfer

27 de dezembro de 2010 | 12h46

Com toda a “ciência” econômica, mais os melhores modelos e os filtros mais sofisticados, os exercícios de previsão de conjuntura macroeconômica são sempre sujeitos a chuvas e trovoadas. Como se pode observar, mais uma vez, na cruel comparação das projeções de economistas do mercado para os indicadores macro em 2010, nos primeiros dias do ano e agora quando ele se encerra.

É possível argumentar que o objetivo não é antecipar com precisão o que vai acontecer e, sim, indicar tendências e trajetórias. Mas…

De todo modo, as previsões dos economistas servem para renovar a graça de uma das melhores das muitas anedotas sobre eles. Lá vai, com todo o respeito e solidariedade:

Pergunta: você sabe por que as previsões dos economistas têm sempre pelo menos duas casas decimais?

Resposta: Para comprovar que eles têm senso de humor…

* * *

Bola de cristal fora de “focus”    
Projeções macroeconômicas apuradas pelo BC no mercado; 
mediana das projeções 
       
Indicadores        24/12/20108/1/2010
       
IPCA (em %)   5,904,5
IGPM (em %)   11,444,41
Taxa de câmbio – fim de período (%) 1,701,75
Taxa Selic – fim de período (%)  10,7511,00
Dívida Líquida do setor público/PIB (%) 40,9542,85
PIB (% de crescimento)  7,615,2
Conta Corrente (US$ bilhões)  -50-44,3
Balança Comercial (US$ bilhões) 16,311,2
Investimento Estrangeiro Direto (US$ bilhões)32,2037,5
       
Fonte: Boletim Focus-Banco Central   

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