Espírito de Natal

José Paulo Kupfer

24 de dezembro de 2009 | 16h46

Nas questões de estado, a letra fria da lei – a lei do mais forte, fique bem entendido – é imperativa. Não há espaço nem para o espírito do Natal.

Quando um menino de 9 anos, disputado por duas famílias, uma brasileira e outra americana, se transforma no pivô de uma questão de estado, é chocante constatar, ainda que já saibamos, que a letra fria da lei se sobrepõe até mesmo ao espírito de Natal.

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Meus votos são os de que, um dia, não importa quando, o espírito de Natal – tempo do congraçamento e da esperança de paz, entre os homens e no interior de cada um – realmente prevaleça e que todos os meninos possam crescer, ao abrigo de suas famílias, num mundo em paz e solidário.

Feliz Natal!

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