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Vacina contra o Fla-Flu

José Paulo Kupfer

21 de maio de 2009 | 19h29

Um toque de otimismo no cipoal das notícias ruins e do pessimismo geral. Em 17 anos, entre 1990 e 2007, o Brasil registrou melhora expressiva em seus indicadores de saúde. Segundo a edição de 2009 do “Relatório Estatístico sobre a Saúde no Mundo”, publicação anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgada hoje, em Genebra, a expectativa de vida dos brasileiros evoluiu de 66 para 73 anos e a mortalidade de crianças menores de cinco anos caiu de 58 por mil nascidos para 22 (para ver o documento completo da OMS, clique aqui).

Os números divulgados pela OMS não são novos, mas permitem observar uma evolução positiva dos indicadores de saúde, no Brasil e em todo o mundo, principalmente nas áreas subdesenvolvidas, embora em diversos aspectos, o caminho a percorrer ainda seja longo. Se, por exemplo, a expectativa de vida dos brasileiros já está próxima da alcançada nos países mais desenvolvidos, a mortalidade infantil, mesmo com todos os avanços ocorridos nessas quase duas décadas, permanece abaixo da média da própria América Latina, que é de 19 para mil nascidos.

De todo modo, há progressos e a trajetória é alentadora. O melhor é que, ao analisar um período longo, a OMS deixa claro que os avanços, no Brasil, não podem ser creditados a este ou aquele governo. Além de dar um alento, os números da OMS fazem outro serviço importante: derrubam o aborrecidíssimo, inútil e medíocre Fla-Flu em que se engalfinham petistas e tucanos.

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