Como queremos viver e trabalhar?

Como queremos viver e trabalhar?

Claudia Miranda Gonçalves

31 de janeiro de 2020 | 10h00

Post escrito por Luciana Sato

Luciana Sato

Luciana Sato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como queremos viver e trabalhar?

Essa foi uma das questões que refletimos em um dos encontros da Rede Héstia sobre gestão da mudança e é uma pergunta que sempre acaba aparecendo durante os cafés ou happy hours.

A mudança é a única constante, já dizia Hieráclito. E nosso contexto é cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo. Então, como lidar com esse cenário onde não conseguimos ter planejamento de longo prazo, de estabilidade na carreira e na vida? Como se “sentir confortável no desconforto” de não saber o que o futuro nos reserva?

Somos resistentes à mudança como forma de preservar a espécie (“não se mexe em time que está ganhando”) e paradoxalmente, nosso impulso natural é buscarmos evolução e contínuo aprendizado (“expandindo nossa zona de conforto”). Ou seja, se por um lado tememos mudar, por outro, queremos mudança.

Nas metodologias de gestão de mudança – que são organizacionais, mas se aplicam às nossas jornadas individuais também, o primeiro ponto é: temos clara a necessidade de mudança? Por que mudar? (a tal resistência à mudança precisa dessa explicação). Sabemos para onde estamos indo? Qual a visão que temos do futuro?

Assim, tanto na transformação organizacional quanto individual, é preciso saber por que e para onde vamos.

Duas ferramentas fáceis e úteis para contribuir na reflexão de como queremos viver e trabalhar é baseada no livro “Designing your life”, do Bill Burnett e Dave Evans, professores do curso mais concorrido da Universidade de Stanford e que ensina os alunos a planejarem uma vida mais coerente com o que cada um é, acredita e faz, utilizando a metodologia de Design Thinking.

A primeira é o mapeamento de energia e engajamento das atividades. Nela, o leitor é convidado a listar, durante 3 meses, as atividades que lhe proporciona energia e engajamento.

A segunda é refletir, com base nessas atividades, o que eles chamam de AEIOU – ou seja, que atividade você estava executando, em que espaço, a interação, o objeto (meio utilizado) e se havia usuários impactados.

Após esse mapeamento das iniciativas por um período consistente, é possível ter indícios de onde cada um obtém mais energia e engajamento, gerando possibilidades de viver uma vida mais coerente com o que se é e acredita.

E você? Como você quer viver e trabalhar?

 

Luciana Sato – Fundadora da Rede Héstia

 

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