Brasil estréia com 13 apostas

Marili Ribeiro

21 de junho de 2009 | 13h46

Com nove possibilidades em ações de marketing direto (Direct), duas em ações promocionais (Promo) e mais duas na estreante categoria de relações públicas (PR), o Brasil aparece com 13 chances de obter troféus em forma de Leão na atual edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes.
Antes dos vencedores serem anunciandos, os jurados de cada uma das 11 categorias em disputa elaboram uma lista prévia, ou shortlist, com os trabalhos que vão para uma segunda rodada de apreciações. Para muitos profissionais do meio, em especial os que começam na carreira, já é mérito emplacar essa primeira etapa.
Diante dos primeiros finalistas, não dá para prever qual o desempenho do Brasil, mas demostra algumas supresas, já que em Direct Lions, que este ano tem no júri o brasileiro Rui Piranda, da agência Giovanni+Draft FCB, as perspectivas melhoraram muito em relação ao ano anterior. Foram nove casos na lista prévia. Havia 57 peças inscritas. No ano passado, o Brasil não obteve nenhum prêmio nessa categoria.
Já em Promo Lions, onde o Brasil conseguiu três Leões na competição de 2008, as chances ficam muito reduzidas este ano, somentes duas peças passaram pelo funil, das 56 inscritas. Marcelo Heidrich, da agência Ponto de Criação, o jurado brasileiro na categoria previu que o páreo seria duro. “Somente uma ação agradou bastante aos jurados na fase da votação”, contou ele.
Heidrich avalia ainda que “as peças mais criativas,ou que mais contagiaram os jurados e consequentemente foram as que se consagram finalistas, são os trabalhos com humor inteligente e ao mesmo tempo singelo, beirando a ingenuidade, mas com muita tecnologia e interatividade. A internet aparece com agressividade nas ações promocionais, assim como as experiências sensoriais”.
Na estreante categoria de PR, o Brasil, que tem por jurado Andrew Greenlees, vice-presidente da empresa de comunicação CDN, conseguiu colocar na reta final duas ações. No total, havia 26 casos competindo.

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