Cadeira maratonista

Marili Ribeiro

26 de agosto de 2010 | 18h23

Largada (2) 

Foram 23 quilômetros percorridos em três horas por dois maratonistas empurrando uma cadeira de escritório pelas ruas de São Paulo. Isso a partir das sete horas da manhã. Até aí, nada de novo, afinal no mundo, em especial nas megacidades, há louco para tudo. A história começa a ficar curiosa quando se sabe que foi uma ação de marketing para provar a qualidade do produto.  Ou seja, os publicitários estão fazendo qualquer negócio para chamar atenção.

O presidente da agência BorghiErh/Lowe, José Henrique Borghi, e o diretor geral da rede de lojas Etna, José Augusto Urquiza foram os protagonistas da inusitada ação. Batizada de ‘Circuito Etna de Cadeiras’, eles queriam demonstrar que, além de design, a Etna entrega qualidade e durabilidade dos produtos que comercializa.  Com a coragem de pagar o mico correndo pela cidade com a cadeira foram, no mínimo, divertidos.
 
Borghi e Urquiza são atletas nas horas vagas e já participaram de muitas maratonas. Para eles, não foi um sacrifício correr entre a loja da Etna Berrini, até a loja da Marginal Tietê com uma das cadeiras de rodinhas comercializada pela Etna. O percurso atravessou  avenidas  como, além da própria Luiz Carlos Berrini, a Juscelino Kubitschek, Brigadeiro Faria Lima, Nove de Julho, Paulista, Brigadeiro Luís Antônio e até Celso Garcia.

Em tempo, a cadeira, que enfrentou buracos e desníveis típicos das ruas paulistanas, chegou inteira e em bom estado, embora com as rodinhas bem gastas e empoeirada, afinal o ar em São Paulo anda irrespirável de tão poluído.

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