Coca interativa

Marili Ribeiro

21 de junho de 2009 | 16h54

maquina da coca

A nova máquina de vender Coca-Cola, um equipamento que opera da base do toque e oferece, além do produto, sons e imagens criadas por designers, virou à coqueluche no Palais des Festivals, o prédio que abriga as mil e uma atividades do Festival Internacional de Publicidade de Cannes. Mesmo custando três vezes mais do que as máquinas convencionais do gênero, a atual menina dos olhos dos marqueterios da companhia merece o investimentos. Com ela, a Coca tem vendido dez vezes mais o seu produto. Não há exemplar no Brasil.
Na apresentação que todos os anos os executivos da Coca-Cola fazem no Festival de Cannes, há sempre um tom de inovação. As máquinas de vender na base do toque, seguindo a linha do bem sucedido modelo de telefones iPhones, são a bola da vez. A novidade por si só já atrai. E, no caso dos participantes do Festival, mais ainda porque não há qualquer desembolso. As filas são grandes. No discurso, os profissionais da Coca dizem o que chama mais a atenção na nova máquina é bem mais do que curiosidade, é a possibilidade de interatividade, já que o conteúdo, as imagens criadas, vão sempre ganhando novas formas.

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