Popularidade sem limites

Marili Ribeiro

02 de dezembro de 2009 | 19h48

lombardi

Página inteira sob o fundo preto em que se destaca a frase: “A tevê mais feliz do Brasil está triste”. Abaixo dela, em tipo menor, o complemento: “Uma homenagem do SBT ao eterno Lombardi”. O dono da voz que por quase 40 anos marcou presença na emissora de Sílvio Santos mereceu um anúncio elegante da casa que o empregou. Assinado pela agência Publicis, a peça estará nos jornais amanhã.

A morte por enfarte agudo de Luiz Lombardi Neto, locutor de rádio que viu sua voz virar “personagem” no programa televisivo de seu patrão na década 70, mostrou que sua figura era mais popular do que muitos imaginavam. Os portais deram a notícia com destaque e milhares de pessoas se manifestaram. E, mais surpreendente, foi a movimentação que provocou na rede social de microblogs Twitter, um serviço que tem um público menos afeito aos apelos que caracterizam Lombardi. Os usuários do Twitter produziram quase três mil referências ao profissional, até o final da tarde. Como disse um jovem colega da redação: “ele era cult”.

Lombardi tinha 69 anos, era paulistano e sempre esteve no time dos mais fiéis escudeiros de Silvio Santos.

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