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MULHERICES – Tensões modernas

Marili Ribeiro

17 de maio de 2009 | 12h04

De volta para casa, depois de um dia duro no escritório de um grande banco americano, um executivo para no farol vermelho. Pega o controle remoto da porta da garagem de sua casa e começa freneticamente a apertar em direção à sinaleira. Só aí se dá conta de que não vai obter passagem, porque não está diante de uma tela de tevê em casa com os filhos. O verde surge, a irritação passa e ele, um ser racional, se dá conta de que talvez precise abrir espaço na congestionada agenda para descansar.
Diante da do computador, na sua sala numa empresa multinacional de logística, uma engenheira tenta concentradamente apagar – com uma borracha – um erro que localizou na tela do projeto que está montando. Objetiva e prática, mesmo sendo a doce mãe de um garoto de quatro anos, ela se surpreende com a própria atitude. Então se dá conta que está trabalhando demais e conclui que precisa ficar mais tempo com o seu filho.
As soluções aventadas para as típicas tensões modernas, cada vez mais comuns nos congestionados centros urbanos, marcam as sutis diferenças entre homens e mulheres.

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