Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Torcida em campo

Marili Ribeiro

25 de maio de 2009 | 14h00

O dinheiro pode até estar escasso para outras ações de marketing esportivo, mas apostar no patrocínio da Copa do Mundo de futebol que acontece no Brasil em 2014 – ou seja, daqui há cinco anos -, parece barbada. Tanto é assim que as empresas com cacife para pagar as gordas cotas alardeiam o feito tão logo assinam o contrato com a organizadora do evento, a FIFA. O desembolso para garantir presença oscila entre US$ 40 milhões ou US$ 80 milhões, conforme o pacote. Estão previstos seis patrocinadores. Quem acerta a participação agora, só poderá o usar o crédito da assinatura de patrocinador da Copa do Mundo após o final da próxima edição em 2010, que vai fazer a bola rolar a partir de junho na África do Sul. No Brasil, Banco Itaú-Unibanco foi o primeiro a fechar contrato e se encarregou de avisar a torcida. A cervejaria AmBev, deve ser a próxima. As operadoras de telefonia Oi e Vivo também estão no páreo. Para o diretor executivo de marketing do Itaú, Fernando Chacon, a mobilização em torno evento mais do que justifica o esforço: “O brasileiro adora futebol. Fomos rápidos nas negociações. Começamos a conversar com a FIFA em novembro de 2008 para não dar chance de nenhum concorrente se mexer antes”.

Mais informações no Estado de hoje (“Não faltam investidores para a Copa de 2014”, pag. B10).

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