Quando a Máfia encontrou Zé Pequeno

Marili Ribeiro

16 de junho de 2009 | 20h27

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Para mostrar aos donos de celulares da Claro a mais nova promoção da operadora – a possibilidade de ter 50% de desconto nos ingressos nos cinemas da rede Cinemark –, a agência de propaganda AlmapBBDO chamou Fernando Meirelles. Nada mais adequado, já que o assunto é cinema. A ideia básica é mesclar filmes ícones. No comercial de estreia reproduziram um encontro de mafiosos com um personagem recente da galeria do cinema nacional. Durante a apresentação de um chefão, como manda o figurino nas práticas mafiosas, surge o Dadinho, do filme Cidade de Deus. No longa brasileiro de Meirelles, Dadinho não quer mais ser confundido e pontifica na cena: “Meu nome agora é Zé Pequeno, pô!”. Em off, o locutor tenta explicar no comercial: “Você vai ver tanto filme que vai até juntar Máfia com filme nacional”. O dado curioso dessa produção é a participação do ator Leandro Firmino, que interpreta o Zé Pequeno em Cidade de Deus. Ele não participou da gravação. Sua figura foi introduzida no comercial de 30 segundos por meio da técnica da rotoscopia. Ou seja, a imagem é recortada do filme original e aplicada no comercial através de composição gráfica.

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