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Sai o chefe, entra o mediador

Marili Ribeiro

29 de outubro de 2009 | 14h44

Um grupo de executivos de empresas como Nestlé, Audi, Grupo Camargo Corrêa, Banco Votorantim, HSBC, Itaú, entre outros, reuniu-se – a convite das empresas Mandalah e Dreams Arquitetura de Idéias que trabalham com tendências de mercado – para um Workshop Criativo. Não há dúvida que, entre as angústias da contemporaneidade, ganha destaque a busca pela receita de como ser criativo para enfrentar a alucinada competitividade do mundo corporativo. Afinal dizem, na era digital só a criatividade salva!

Pois é, fiz parte do grupo e, depois de muito papo cabeça sobre como se deve desafiar à rotina para sair da zona de conforto em busca da criatividade, algumas observações merecem registro. A mais óbvia é que a criação é um ato solitário, embora o curioso, como cita o profissional que conduziu o processo, a solidão seja uma das angústias mais tratadas em terapia em consultórios terapêuticos.

Do lado prático, me surpreendeu a revelação de alguns dos participantes sobre a crescente dificuldade de convivência, dentro das grandes corporações, em se lidar com jovens em começo de carreira. Está no DNA deles não respeitar hierarquias. A figura do chefe é definida por eles como a de um mero “mediador”. Como bem interpretou um dos presentes, trata-se de uma geração que cresceu conectada à rede global de informações na web e se relaciona em net. O mundo para eles é horizontal. Logo, abaixo a hierarquia.

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