Armadilhas da mente: veja os sete erros mais comuns dos investidores

Yolanda Fordelone

27 de março de 2014 | 14h38

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A mente pode pregar muitas armadilhas na hora de investir. A coordenadora da rede social Investmania, Aline Rabelo, lista abaixo sete erros comuns cometidos pelos investidores.

Não manter o foco necessário em seus investimentos. Segundo Aline, o investidor não pode, em hipótese alguma, perder o foco em seus investimentos e dos objetivos que pretende alcançar. Acompanhar as notícias e o comportamento de seus ativos é primordial, além de checar extratos e posições fornecidas pelas instituições financeiras.

Parar de investir após a primeira dificuldade ou decepção. Muitas pessoas se desesperam com um prejuízo inicial e desistem de poupar. Segundo Aline, pelo contrário, o investidor deve aprender com os erros e não perder a calma.

Seguir a moda. Esse também é um erro que pode levar os investidores a grandes prejuízos. “Antes de escolher um produto para se investir é importante entender o que está motivando o seu desempenho. Quem investe em ações, por exemplo, não pode se deixar levar pela velha máxima ‘compre na baixa’ e ‘venda na alta’. Quem se influencia apenas pelo preço de um ativo, e não é um trader profissional, pode perder o capital rapidamente”, diz.

Tirar conclusões a partir de poucos dados. Questionar e pesquisar muito são algumas das características dos investidores de sucesso. Além da opinião dos analistas, é possível trocar experiências com outros investidores.

Ter visão de curto prazo. “Investir é ter visão de futuro. A pressa é inimiga da perfeição, principalmente em mercados como o de renda variável”, diz Aline.

Excesso de autoconfiança. “O grande problema é que quando a autoconfiança cresce, a percepção de riscos diminui, aumentando a chance de erros graves”, afirma a especialista.

Não diversificar. É um dos erros mais graves que o investidor pode cometer. “Isso só é aceitável para os mais iniciantes, que começam com pequenos investimentos em modalidades mais conservadoras como a poupança”, alerta. Para Aline, assim que o investidor começa a formar uma reserva um pouco mais significativa, diversificar se torna imprescindível.

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