Ações e poupança em baixa: 10 opções de investimento para os desiludidos

Yolanda Fordelone

07 de junho de 2013 | 11h37

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Corretora lista 10 alternativas na hora de escolher investimento. Foto: Morgue File

Com as ações do Ibovespa caindo mais de 13% em 2013 e a poupança tendo um baixo rendimento, assim como os fundos mais conservadores (renda fixa, DI e curto prazo) não sobrou muita opção ao investidor. Engana-se quem pensa assim, segundo a HPN Invest. Abaixo, a casa lista 10 opções de aplicação desconhecidas por alguns investidores:

1. LCI – Letras de Crédito Imobiliário:
Risco: do emissor (instituição) e de seus lastros. Até R$ 250 mil é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Indicação: para pessoa física (isento de Imposto de Renda) e jurídica.
Obs. trabalha em média 93% de CDI, têm também taxas pré-fixadas que serão cotadas no dia da operação, onde o investidor já saberá o valor a ser resgatado no vencimento.

2. LCA – Letras de Crédito do Agronegócio:
Risco: do emissor (instituição) e de seus lastros. Até R$ 250 mil é garantido pelo FGC.
Indicação: pessoa Física (isento de Imposto de Renda) e jurídica.
Obs. trabalha, em média, 94% do CDI, têm taxas pré-fixadas que serão cotadas no dia da operação, onde o investidor saberá o valor a ser resgatado no vencimento.

3. LF – Letra Financeira:
Risco: do emissor. Não possui garantia do FGC.
Indicação: pessoa física, jurídica e institucional.
Obs. Trabalha, em média, 107% do CDI. Uma opção é o IPCA de +3% a.a., em média ou taxas pré-fixas que serão cotadas no dia da operação, onde o investidor saberá o valor a ser resgatado no dia do vencimento.

4. Debêntures:
Risco: do emissor. Não possui garantia do FGC.
Indicação: pessoa física (há opções que são isentas de Imposto de Renda), jurídica e institucional.
Obs. trabalha, em média, com IPCA de +4% a.a. Outra opção é o CDI de +1,30% a.a., em média.

5. CDB – Certificado de Depósito Bancário:
Risco: do emissor. Até R$ 250 mil é coberto pelo FGC.
Indicação: para pessoa física, jurídica e institucional.
Obs. Trabalha sobre um porcentual do CDI, têm taxas pré-fixadas que serão cotadas no dia da operação, onde o investidor já sabe o valor a ser resgatado no vencimento.

6. CRA (Certificado e Recebíveis do Agronegócio):
Risco: o do emissor. Não possui garantia do FGC.
Indicação: pessoa física (isento de Imposto de Renda) e jurídica.
Obs. trabalha, em média, com 109% de CDI e pode ser indexado a IPCA.

7. F.I.D.C – Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios:
Risco: dos seus lastros. Não possui garantia do FGC.
Indicação: pessoa física, jurídica, institucional e RPPS (Regime Próprio de Previdência Social – Institutos de Previdência).
Obs. trabalha, em média, 108% CDI.

8. Compromissada:
Risco: da instituição
Indicação: pessoa física e jurídica. Tem a garantia do FGC – operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.
Obs. trabalha em média 100% CDI.

9. CRI – (Certificados de Recebíveis Imobiliários):
Risco: do emissor. Não possui garantia do FGC.
Indicação: pessoa física (isento de Imposto de Renda) e jurídica.
Obs. trabalha, em média, com 109% de CDI e pode ser indexado a IPCA.

10. Títulos Públicos:
Risco: mínimo, pois trata-se de uma emissão do Tesouro Nacional.
Indicação: pessoa física, Jurídica e Institucional.
Obs. tem papel NTN-B para 2050. Trabalha com IPCA + 4,70% ao ano, que varia diariamente.

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