Cresce busca por ‘dólar’ no Google; saiba quais as opções para o turista não pagar caro

Yolanda Fordelone

16 de agosto de 2013 | 13h34

O turista despreparado que irá viajar ao exterior e ainda precisa comprar dólar se assustou nesta semana. A moeda acelerou a alta que tem tido nos últimos meses e bateu a cotação de R$ 2,37 nesta sexta-feira, 16.

A busca pelo verbete “dólar” chegou a aumentar no Google. Numa escala de zero a 100, na última semana foi de 88 (veja infográfico). Para o turista leigo que ainda tem alguns meses até a viagem ao exterior, há algumas opções para tentar minimizar o risco de pagar caro na moeda.

1) Comprar aos poucos. Especialistas indicam parcelar as compras do dólar para assim fazer o que se chama “preço médio”. Isso evita que o turista tente adivinhar o melhor momento para comprar a moeda. Ele pode adquiri-la por um valor alto, mas o gasto será compensado em outros momentos quando comprá-la por um preço menor.

2) Hedge. Para quem sabe que terá um compromisso em dólar no futuro, uma opção é fazer uma operação de hedge (proteção) com a moeda. A mais comum (e acessível) ao pequeno investidor é aplicar uma parte do dinheiro que será gasta em um fundo cambial, para acompanhar a evolução da moeda. Segundo a ferramenta “Escolha seu fundo”, da Anbima, atualmente há 35 fundos classificados nesta categoria.

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