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Aluguel para estudantes está em alta

Yolanda Fordelone

21 de fevereiro de 2011 | 13h27

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Fonte: Ernesto Rodrigues

O mercado de locação na cidade de São Paulo, já bastante aquecido devido à falta de imóveis para alugar, movimenta-se ainda mais neste início de ano, com a busca de moradias por estudantes que passaram no vestibular e também por universitários que, com a mudança de ano letivo, anseiam por imóveis maiores ou mais bem localizados.

De acordo com Hilton Pecorari Baptista, diretor de Locação Residencial do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a demanda começa a crescer no final de janeiro e se estende até o início de março nas regiões próximas às universidades, em bairros como Butantã (onde está a Universidade de São Paulo), Vila Buarque e Higienópolis (Mackenzie e Faap), Centro e Liberdade (FMU e cursinhos pré-universitários) e Vila Mariana e Vila Clementino (Universidade Federal de São Paulo).  

“Os imóveis mais procurados são os pequenos e econômicos, de 1 e 2 dormitórios, sem luxo, e com valor baixo de condomínio”, esclarece Pecorari Baptista.

Estimativas de imobiliárias associadas ao Secovi-SP dão conta que, em algumas regiões da Capital, a procura por aluguel cresce até 30% entre fins de janeiro e de março. Esse é o caso da Krisos Imobiliária, com atuação bastante concentrada no bairro do Butantã.

Alguns proprietários preferem limitar o número de estudantes que podem residir no local, a fim de evitar a formação de repúblicas. O diretor do Secovi-SP diz que dificilmente a locação para estudantes é motivo de dor de cabeça para as imobiliárias. É que, em vez de conhecidos ou parentes distantes, são normalmente os pais dos estudantes que arcam com as despesas e servem de fiador para a locação.

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