Ranking mostra as menores e as maiores taxas cobradas no Tesouro Direto

Yolanda Fordelone

31 de julho de 2013 | 10h29

Com a alta do juro básico Selic para 8,5% ao ano, as aplicações de renda fixa tiveram um respiro, mas nem tanto. A pesquisa da taxa de corretagem ou administração cobrada pelas corretoras e bancos ainda se torna fundamental na hora de investir. No Tesouro Direto, modalidade em que o investidor compra títulos públicos, cinco instituições não cobram taxa alguma na aplicação. São elas: CGD Investimentos, Corval, Spinelli, Título Corretora e Tullett Prebon Brasil.

Na ponta contrária, entre os serviços mais caros, aparece o Daycoval, em que a cobrança varia de 0% a 2%, dependendo do cliente. Veja o ranking completo clicando aqui e conheça abaixo as maiores taxas:

InstituiçãoTaxaComo é cobrada
Advalor 0,50% Cobrança por operação
Banco do Brasil 0,50% Cobrança ao ano
Bradesco 0,50% Cobrança ao ano
Codepe 0,50% Cobrança ao ano
Corretora Geral 0,50% Cobrança ao ano
Escritário Ruy Lage 0,50% Entre 0,5% e 1% ao ano
Itaú 0,50% Clientes Itaú
Oliveira Franco 0,50% Cobrança ao ano
Solidus 0,50% Cobrança ao ano
Banco Daycoval 2,00% De 0% a 2% ao ano. Dependendo do cliente e da negociação

Fonte: Tesouro Direto

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