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Sites apontam locais com preço alto em SP; Maioria dos alimentos ficou mais cara na refeição fora de casa

Yolanda Fordelone

12 de abril de 2013 | 15h05

A melhor arma do consumidor contra reajuste de preços acima da inflação é a pesquisa, alerta o Procon-SP. Comerciantes e produtores têm liberdade para aplicar o reajuste que quiserem no preço de seus produtos. Somente em casos de serviços regulados, como mensalidade escolar, planos de saúde e TV por assinatura, os contratos trazem o índice de reajuste inflacionário, como o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).

A alimentação fora de casa, que também passou a pesar mais no bolso, também deve ser pesquisada. Consumidores reclamam dos altos preços praticados por alguns estabelecimentos.

Nas últimas semanas, dois sites ganharam fama por mostrar locais onde o preço é considerado alto: o Boicota SP e o SP Honesta. Um consumidor relata, por exemplo, que a lanchonete de sua faculdade no centro de São Paulo faz reajustes anuais acima da inflação. Na virada do ano, o preço do salgado subiu de R$ 3 para 3,50, o que representa um reajuste de 16,7%, taxa muito superior ao IPCA de 2012, de 5,84%.

O grupo alimentação fora de casa tem peso de 8,3% no IPCA. No ano, até março, alguns itens subiram mais do que a média geral (1,94%). Apenas as bebidas alcoólicas, com exceção da cerveja, subiram menos do que a média, de acordo com dados do IBGE. Fique atento à alta e verifique se a lanchonete ou restaurante está subindo os preços acima do normal:

Café da manhã: 4,31%

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Doces: 4,20%

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Refrigerante e água mineral: 3,90%

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Lanche: 3,03%

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Cerveja: 2,71%

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Refeição: 2,68%

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 Cafezinho: 2,18%

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Outras bebidas alcoólicas: 1,63%

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Fonte das fotos: Morgue File

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