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Vida além do reajuste do aluguel pelo IGP-M

Yolanda Fordelone

30 de outubro de 2013 | 08h12

Apesar de ser o indicador mais comum de reajuste de aluguel, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) não é o único que pode estar nos contratos de locação. Se acertado entre as partes – locatário e locador -, o reajuste pode estar baseado em pelo menos três outros índices. Ao divulgar os indicadores de reajuste de aluguel, o Sindicato da Habitação (Secovi-SP) acompanha, além do IGP-M, três índices:

1) IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna): apesar de ser uma média entre inflação do consumidor e do atacado, o peso dos preços no atacado é maior (60%) da variação do índice.

2) IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas): tal indicador mede a evolução do custo de vida das famílias paulistanas.

3) INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor): a chamada inflação da baixa renda considera a variação de preços para as famílias que ganham até cinco salários mínimos por mês.

A evolução percentual do IGP-M de 12 meses é a mais utilizada para reajuste de aluguel. Segundo o Secovi-SP, estima-se que 90% dos contratos de aluguel de imóveis utilizem o IGP-M como indexador.

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