Piedade para os poderosos

Paul Krugman

18 de maio de 2011 | 16h09

Felix Salmon lê Ben Stein defendendo Strauss-Kahn. Antes ele do que eu.

Não estou sozinho em assinalar isso, mas Strauss-Kahn é um homem do tipo de esquerda, um internacionalista, um presidente surpreendentemente keynesiano do Fundo Monetário Internacional. De um prisma ideológico era de esperar que Stein exultasse com os dissabores do outro.

Mas ocorre que há uma espécie de lealdade de classe que se sobrepõe até à política: o poderoso precisa ser protegido. Somente a gentinha é acusada de estupro.

Tudo o que sabemos sobre:

FMIStrauss-Kahn

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.