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Impasse trabalhista trava integração de Azul e Trip

marinagazzoni

21 de outubro de 2013 | 20h17

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), entidade que representa pilotos e comissários, rejeitou em assembleia desta segunda-feira a proposta de equiparação salarial entre Azul e Trip. Esse é considerado um dos passos finais da fusão, que foi anunciada em maio de 2012 e acaba de receber o aval da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Azul e Trip já estão integradas para os passageiros, mas, internamente, elas ainda operam com duas escalas, uma para a tripulação da Azul e outra para a da Trip.

A remuneração de pilotos e comissários é diferente nas duas empresas. A Azul paga adicional de periculosidade e a Trip não. Uma calcula o salário variável com base em horas voadas, enquanto a outra considera quilômetros voados. No fim das contas, o salário da Trip é maior, diz o presidente do SNA, Marcelo Ceriotti.

A proposta da empresa foi rejeitada porque significaria uma redução na remuneração dos trabalhadores da Trip em períodos de baixa produtividade. “O valor final do salário não agradou”, disse Ceriotti, sem dar mais detalhes.

A empresa poderá fazer uma contraproposta ao sindicato e tentar novo acordo. Se não o fizer, a decisão será encaminhada à Justiça do Trabalho.

Procurada, a Azul/Trip não comentou a questão.

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