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Anões do Papai Noel se dão bem em anúncio de calcinhas

Cley Scholz

14 de novembro de 2013 | 17h56

SÃO PAULO – A gigante de lingerie Duloren, que produz 1,5 milhão de calcinhas e sutiãs por mês, lançou uma campanha de vendas para o fim de ano na qual apresenta os anões ajudantes do Papai Noel se divertindo com uma mulher em trajes íntimos.

A grife contratou a bailarina Fernanda D’Ávila, do programa do Faustão, para posar com os anões safadinhos. Nas imagens, enquanto os anões ficam com a modelo, o bom velhinho dorme em uma poltrona ao lado da árvore de Natal com presentes e com a lareira acesa.

 

Renda vermelha. Nas fotos produzidas pelo fotógrafo Márcio Freitas, a bailarina usa peças da coleção ‘Nepal’, lançamento da marca para o Natal, em renda vermelha e rosê, referência à cor da data festiva.

“Resolvemos lançar essa coleção ousada porque queremos que as mulheres, que se comportaram durante o ano, revelem o seu lado sensual”, explica Denise Areal, diretora de Marketing e Estilo da Duloren.

A empresa informou que espera crescimento de 30% nas vendas com a nova campanha que será veiculada em jornais, revistas e redes sociais da Duloren (Instagram, Twitter, Facebook), além dos mais de 22 mil pontos de venda espalhados pelo País.

A Duloren é a maior marca em distribuição de moda íntima do País. A agência responsável pela campanha é a X-Tudo Comunicação Completa.

Anúncio proibido. No ano passado, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) proibiu uma campanha publicitária lançada em março, com o slogan “Pacificar foi fácil. Quero ver dominar” (veja na galeria de fotos). 

A peça fazia menção à pacificação da Favela da Rocinha, na zona sul do Rio, ocorrida em novembro de 2011 como preparação para a instalação de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

A empresa entrou com recurso, mas o Conar manteve a proibição. Na propaganda, uma moradora da Rocinha, a depiladora Ana Paula da Conceição Soares, de 29 anos, aparecia de lingerie, com olhar desafiador e segurando um quepe militar. Ao fundo, um homem com roupa semelhante ao uniforme do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a tropa de elite da Polícia Militar do Rio, aparentava estar desacordado.

A propaganda levou a mais de 20 reclamações de consumidores, homens e mulheres, ao Conar. A Duloren recorreu da proibição alegando que o objetivo era demonstrar que “pode-se pacificar um morro, mas homem nenhum é capaz de dominar uma mulher com lingerie Duloren”.

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