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Do que os ‘loucos por queijo’ são capazes

Economia & Negócios

16 Fevereiro 2015 | 10h26

Nayara Fraga

Para gravar o novo comercial do McDonald’s – cujo mote é “loucos por queijo” -, a produtora Hungry Man foi atrás de um morro com uma bela paisagem. Encontraram o cenário ideal no interior de São Paulo. Por sua beleza, o lugar foi considerado um “achado” tão grande, que os diretores do filme não quiseram nem abrir o nome do local. (Vai que alguém tem a mesma ideia…)

No filme, de quase um minuto, três rapazes correm atrás de um queijo gigante que rola morro abaixo. Eles não se jogaram exatamente daquela altura que aparece no início do comercial. As cenas dos garotos foram gravadas num terreno um pouco menos íngreme, na mesma região, para evitar qualquer acidente. Para o grande salto do final, foi usado um colchão. Depois, a produtora fez um jogo de montagem.

Os três rapazes “fazem” tipos diferentes. O de bigode seria o “hipster”, o de touca seria o “lenhador” e o loiro, o galã.

Eles foram selecionados entre mais de 30 atores. Além de bate-papo com os candidatos, a produtora lançou um teste de corrida e salto. (Não deve ter sido um problema para o loiro. Ele integra o Cirque du Soleil.)

O queijo que rolou na montanha não era, obviamente, um queijo de verdade. Era uma estrutura de isopor, na cor azul, com chumbo dentro, para dar peso ao “queijo gigante”. O azul funcionou como um cromaqui. Na pós-produção, o queijo foi recortado para fazer uma versão amarela, em 3D.

Outro grande destaque do filme publicitário é a música, produzida pela Loud. A melodia tem uma pegada rock ‘n’ roll romântico dos anos 80 que, combinada com os tipos dos rapazes mais as câmeras lentas, faz o comercial ter um tom “cômico-escrachado”, segundo Guilhermo Sartori e Pedro Giomi, diretores que formam a dupla “Amnesia” na Hungry Man.

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