Quem vai para o Ministério da Agricultura?
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Quem vai para o Ministério da Agricultura?

A próxima pessoa a assumir o Ministério da Agricultura deverá se deparar com uma agenda que priorize integrações de segmentos público e privado, envolvendo também a pecuária e a pesca, sem a necessidade imperiosa de acomodar na máquina governamental (que precisa ser enxugada...) quadros partidários sem a devida formação e experiência na área.

Jose Vicente Caixeta Filho

25 de setembro de 2014 | 09h05

Setor agrícola discute nomes de candidatos a ministro ou ministra da Agricultura a partir de 2015 (Foto: Reuters)

Setor agrícola discute nomes de candidatos a ministro (ou ministra) a partir de 2015         (Foto: Reuters)

Estamos em época de boas safras agrícolas, felizmente para grande parte de nossas culturas. E essa produtividade invejável de nosso campo certamente vem sendo também acompanhada por altos índices de produtividades relacionados à disposição de lideranças para assumir o nosso Ministério da Agricultura no próximo período de governo federal.

Há uma lista que vem se tornando bastante extensa que contém esses chamados bons quadros. Tomo o cuidado de relacionar alguns desses nomes em ordem alfabética: Alysson Paulinelli, ex-Ministro; Elizabeth Farina, Presidente da União das Indústrias da Cana-de-Açúcar (Unica); Fábio Meirelles, Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp); Gustavo Diniz Junqueira, Presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB); Senadora Kátia Abreu, Presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Marcos Jank, Diretor Global de Assuntos Corporativos da BRF; Martus Tavares, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Bunge Brasil; Maurício Lopes, Presidente da Embrapa; Neri Geller, atual Ministro; Roberto Rodrigues, ex-Ministro; Rubens Ometto, Presidente do Conselho de Administração da Raízen; Silvio Crestana, ex-Presidente da Embrapa, dentre outros.

Vão ser ministros do Aécio, da Dilma ou da Marina (tudo em ordem alfabética, novamente…)? Não deve (e não pode) fazer diferença. Todos são profissionais competentes e que não devem ser influenciados por fisiologismos partidários. Minha torcida (e apostas): Marcos Jank e Roberto Rodrigues (ordem alfabética…). Razões: são esalqueanos (formados na “Gloriosa”…), vasta experiência técnica e política acumulada, com uma oportunidade clara de tratar a Agricultura com “A” maiúsculo e como tema de Estado, sem vieses partidários.

Que podem tratar da agenda da Agricultura de forma integrada, envolvendo efetivamente os segmentos pecuário e de pesca e sem a necessidade imperiosa de acomodar na máquina governamental (que precisa ser enxugada…) quadros partidários sem a devida formação e experiência na área.

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