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Brasileiro acredita que trabalhar muito afeta sua vida afetiva, aponta estudo do IPEA

Claudio Marques

24 de março de 2012 | 11h37

Se a jornada de trabalho fosse reduzida, cerca de 40% ainda dedicariam o tempo extra para atividades relacionadas a trabalho. Essa é uma das constatações de um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Para 39,5% dos entrevistados, o tempo dedicado ao trabalho prejudica a qualidade de vida. Foram ouvidas 3.796 pessoas. Para o grupo, o trabalho provoca cansaço e estresse (13,8%), compromete relações amorosas e a atenção à família (9,8%), abala estudo, lazer e esporte (7,2%) e afeta amizades (5,8%).

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