Controlar emoções pode ajudar concurseiros

Claudio Marques

04 de fevereiro de 2014 | 13h34

GUSTAVO COLTRI

A forte dedicação aos estudos são parte essencial da vida de um bom concurseiro, mas não o livra de todos os apuros.

“A pessoa precisa saber como ela funciona emocionalmente. Deve observar para ver como ela se sente diante de decisões de trabalho, de questões sérias e em situações de estresse. O autoconhecimento ajuda a lidar com isso”, diz o psicólogo mestre em cognição humana Fernando Elias José, também autor o livro Concursos Faça Sem Medo – Entenda, domine e supere os desafios (Artes e Ofícios Editora, 2011).

Ele recomenda, também, que os candidatos se perguntem por que razão querem prestar concursos, de forma que possam deixar claras as suas motivações. Um objetivo estabelecido ajudaria os concurseiros a lidar com os fracassos na jornada, de acordo com o José. “É muito comum que as pessoas não passem da primeira vez. Quando ela não sabe o que fazer, ele faz um monte de concursos e acaba se frustrando.”

O medo e a pressão nas provas podem ser outro obstáculo, mas também controláveis por meio das simulações. A resolução de questões de concursos anteriores contribuiria para os candidatos conhecerem as dinâmicas dos testes, evitando surpresas . “Os exercícios de respiração também ajudam. Quando estamos em um nível grande de ansiedade e de estresse, respiramos de forma mais curta”, diz.

Evitar o “salto alto” com a autoconfiança excessiva seria outro cuidado: “Sempre falo para quem atendo: Se você soubesse tudo, você já teria passado”.

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