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‘Economist’ elogia ritmo de desmatamento da Amazônia

Para a revista, desmatamento caiu espantosamente desde 2004

Carla Miranda

23 de setembro de 2010 | 14h37

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Capa da ‘Economist’: ‘Os pulmões do mundo’

A revista britânica “The Economist” traz nesta quinta-feira, 23, uma reportagem de capa otimista sobre a situação do desmatamento na Amazônia.

As primeiras palavras do texto são uma defesa do que ocorre no Brasil: “A época de verão seco, agora terminando, é percebida quando a floresta amazônica é desmatada e incendiada. A fumaça muitas vezes pode ser vista do espaço. Mas não neste ano. A taxa de desmatamento no Brasil caiu de modo espantosamente rápido. Em 2004, 2,8 milhões de hectares da Amazônia foram arrasados; no ano passado, apenas 750 mil.”

A reportagem diz que o progresso na preservação das florestas é uma tendência mundial, mas ressalva que “a humanidade precisa agir mais rápido se quiser ser salva”.

Leia a reportagem no site da revista “The Economist” (em inglês)

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