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Com falta de talentos, empresas ‘importam’ profissionais

Companhias como a Siemens trazem ao Brasil empregados de países em crise

Carla Miranda

27 de junho de 2011 | 10h11

Atualizado às 11h27

O “Wall Street Journal” publicou uma reportagem explicando como as multinacionais estão lidando com a falta de mão de obra qualificada no Brasil.

As empresas basicamente encontraram duas formas de lidar com o problema: uma é investir dinheiro próprio na educação dos funcionários; outra é trazer empregados que trabalham em outros países, cuja economia está em dificuldade.

A alemã Simens, por exemplo, tem 10 mil funcionários no Brasil e pretende contratar mais 800 neste ano. Cerca de 90% dessas vagas devem ser preenchidas por profissionais trazidos das unidades localizadas em países em crise, como Portugal, Espanha e Estados Unidos, disse ao “Journal” o diretor de Recursos Humanos da companhia no Brasil, Marcos Cunha.

Como exemplo de empresa que investe na educação dos funcionários o jornal cita a fabricante de equipamentos de áudio Harman International, que leva seus profissionais brasileiros para um treinamento nos centros de pesquisas localizados nos EUA. O presidente da companhia disse ao “Journal” que, após um curso de seis ou nove meses nesses laboratórios, o valor dos profissionais no mercado dobra.

Leia a reportagem no site do “Wall Street Journal” (em inglês)

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