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‘Economist’ elogia leilão de aeroportos no Brasil

Conjuntura ‘finalmente está mudando', diz revista britânica sobre concessões

Nayara Fraga

28 de novembro de 2013 | 17h21

Fernando Nakagawa, de Londres

A revista britânica ‘The Economist’ elogia a segunda fase do processo de concessão de aeroportos no Brasil. Em reportagem publicada na edição que chega este fim de semana às bancas, a publicação demonstra otimismo com o processo realizado pelo governo federal e prevê um salto de qualidade nos aeroportos brasileiros com a entrada de novos operadores.

“Embora não seja uma fã da privatização, Dilma Rousseff reconheceu que o Estado sozinho não pode consertar a infraestrutura há muito tempo negligenciada no Brasil”, diz a revista ao comentar que o governo federal passou muito tempo “falando em trazer o capital privado para fazer esse trabalho, mas relaxou na prática”.

“Finalmente isso está mudando”, diz a revista.

A reportagem destaca a vitória de consórcios que contam com operadores de grandes terminais internacionais nos leilões do Galeão no Rio e Confins em Belo Horizonte. Nos dois casos, são empresas reconhecidas por bons serviços em Cingapura, Suíça e Alemanha. “No longo prazo, os novos e elegantes operadores dos aeroportos devem significar um salto de qualidade”, diz a reportagem.

A ‘Economist’ nota que o governo alterou regras do segundo leilão após a primeira rodada ter atraído operadores menores, de países como África do Sul e Argentina. “Empresas inexperientes ganharam os três aeroportos leiloados no ano passado, inclusive o hub internacional de São Paulo. Isso desapontou o governo que reforçou as exigências para a última rodada”, diz o texto.

A reportagem reconhece, porém, que os novos operadores de Guarulhos, Campinas e Brasília – os três primeiros terminais concedidos – têm feito “um bom trabalho”. “Com banheiros limpos, nova sinalização e estacionamento extra já inaugurado. E em São Paulo um novo terminal será aberto antes da Copa do Mundo”, completa o texto.

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