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Eleições podem atrapalhar ‘boom’ da construção civil

Empresas temem proibição de usar o selo do programa Minha Casa, Minha Vida

Carla Miranda

20 de julho de 2010 | 10h39

As empresas do setor de construção civil estão preocupadas com o período de campanha eleitoral e algumas incorporadoras já temem queda nas vendas, informa o jornal Brasil Econômico.

O motivo é que, por causa das eleições, desde 1º de julho as companhias não poderão usar o selo do programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo o jornal, esta logomarca se tornou uma das principais ferramentas de marketing do setor. Por ser sinônimo de financiamento barato, ela atrai milhares de pessoas com baixa renda.

“Muita gente entra no estande de vendas e pede para ser cadastrado no Minha Casa, Minha Vida. Isso mostra que, muitas vezes, não entendem como funciona o programa, mas que é, sem dúvida alguma, uma alavanca nas vendas, isso é”, disse ao jornal Hugo Louro, da Atua.

João Hater, da Rossi, é menos pessimista: “Minha primeira impressão era de que o fim do uso do selo iria prejudicar bastante as vendas. Agora não tenho tanta certeza”.

Leia a reportagem no site do Brasil Econômico (restrita a assinantes)

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