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Denúncias geram incerteza sobre real, diz ‘Wall Street Journal’

Para jornal, se houver segundo turno intervenção no câmbio tende a atrasar

Carla Miranda

30 de setembro de 2010 | 11h20

Uma reportagem publicada no “Wall Street Journal” nesta quinta-feira, 30, afirma que as denúncias de corrupção que têm sido apontadas pela imprensa nacional “potencialmente aumentam a influência de candidatos menores e criam incerteza sobre os planos do País para resfriar sua ascendente moeda”.

O texto, que define Dilma Rousseff como “a candidata do populista PT”, opina que, se a eleição for para o segundo turno, haverá “implicações várias, desde [demora na] composição do seu eventual governo a atraso de decisões políticas pendentes”.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, dissera na terça-feira, 28, que antes das eleições não vai aumentar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide sobre a entrada de capital estrangeiros. “Depois das eleições, não sei”, afirmou, conforme noticiou a Agência Estado.

Leia a reportagem no site do “Wall Street Journal” (em inglês)

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