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EUA tentarão quebrar dependência de minerais raros chineses

País ocidental diz que 96% dos minerais raros mais cruciais vêm da China

Carla Miranda

15 de dezembro de 2010 | 10h43

Os Estados Unidos, donos de um quinto da economia mundial, estão lutando para se tornarem menos dependentes da China.

A potência ocidental estabeleceu a meta de acabar com a dependência de metais raros chineses nos próximos 15 anos, segundo uma reportagem do “New York Times”. O jornal adianta informações que serão divulgadas pelo Departamento de Energia norte-americano.

Pelo menos 96% dos tipos mais cruciais de minerais raros hoje são produzidos na China, segundo a reportagem. O texto se refere a materiais usados em “novas tecnologias verdes”. Por exemplo, lâmpadas fluorescentes compactas, carros elétricos e turbinas eólicas utilizam minerais raros.

O Departamento de Energia defende que o país invista em pesquisas e aumente laços diplomáticos com outros países para encontrar meios alternativos de suprir sua atual necessidade de metais raros.

Além disso, empresas norte-americanas procurarão esse tipo de material dentro de seu próprio país. A Molycorp, uma empresa dos EUA, cogita reabrir em 2012 uma mina que está fechada desde 2002.

Os cinco minerais raros que o governo dos EUA considera mais cruciais são o disprósio, o térbio, o neodímio, o európio e o ítrio.

Leia a reportagem no site do “New York Times” (em inglês)

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