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‘Fortune’ aponta privilégios milionários de executivos

Antes de fusão, presidente de empresa compra avião para uso pessoal

Carla Miranda

31 de janeiro de 2011 | 12h52

A revista norte-americana “Fortune” publicou nesta segunda-feira em seu site uma lista de cinco executivos que obtiveram grandes regalias em 2010.

Martha Stewart, fundadora da Martha Stewart Omnimedia, retirou para si um bônus de US$ 3,1 milhões e outros US$ 666,7 mil como incentivo, tudo em dinheiro. Para os demais executivos, ela deu bônus em ações.

Lonnie Pilgrim, fundador da Pilgrim’s Pride, do setor alimentício, recebeu US$ 8,9 milhões após ter garantido as dívidas da empresa, que emergiu da concordata em 2009. Ele ainda fechou um contrato de US$ 1,5 milhão para prestar consultoria à companhia por um ano. A empresa ainda comprou a fazenda dele por US$ 12 milhões.

Edward Mueller, presidente da Qwest Communications, usou o dinheiro da empresa para comprar um avião pouco antes de anunciar a fusão com outra companhia, a Century Link. Segundo a “Fortune”, a aeronave é usada para viagens pessoais de Mueller.

Michael Jeffries, presidente da Abercrombie & Fitch (de vestuário), assumiu a responsabilidade por impedir que o avião da empresa fosse usado para fins pessoais. Como compensação, ele ganhou da empresa US$ 4 milhões em dinheiro.

Barry Diller, ex-presidente da IAC (da área de tecnologia), tinha um orçamento de US$ 992 mil para viagens pela companhia, mais US$ 704 mil pela Expedia (companhia derivada da IAC) e outros US$ 911 mil para viagens pessoais.

Leia a reportagem no site da “Fortune” (em inglês)

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