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Itaú Unibanco quer virar banco de varejo na América Latina

Roberto Setubal fala sobre os planos de internacionalização do banco

Carla Miranda

26 de julho de 2010 | 15h35

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Setubal: expansão começará em países próximos do Brasil (imagem:reprodução)

O Itaú Unibanco cogita atuar com um banco de varejo também no exterior, disse o presidente da empresa, Roberto Setubal, em entrevista à revista IstoÉ Dinheiro.

“Se formos para o varejo [em outros países], será por meio de aquisições ou associações. Não pensamos em começar um banco do zero em algum país do mundo”, afirmou Setubal.

A expansão internacional como banco de varejo começará “nos países próximos do Brasil”, segundo o banqueiro. “Não pretendemos atuar no varejo em todos os continentes.”

Para dar segurança às decisões, o Itaú Unibanco montou um conselho consultivo internacional, do qual participarão nomes de projeção na cena empresarial mundial, como os brasileiros Carlos Ghosn, presidente da Renaul-Nissan, e Marcel Telles, da Anheuser-Bush InBev.

Na opinião da revista, os planos do Itaú, se concretizados, representarão a quebra de um tabu, uma vez que bancos do País não ousam atuar no varejo no exterior, salvo em casos específicos para atender brasileiros que vivem fora, como os dekasseguis, no Japão.

Leia a entrevista e a reportagem no site da IstoÉ Dinheiro

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