Jornal de papel vai ‘morrer’? ‘NYT’ liga máquinas na Ásia

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Jornal de papel vai ‘morrer’? ‘NYT’ liga máquinas na Ásia

De acordo com estudo, último impresso morrerá em 2039, e na Argentina

Gustavo Santos Ferreira

23 de setembro de 2013 | 16h45

O último jornal impresso morrerá em 2039, e na Argentina – aponta estudo da consultoria

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Data marcada. Estudo decreta fim no mundo todo

Mas, contrariando essa previsão apocalíptica, o New York Times começou nesta segunda-feira, 23, a rodar o International Herald Tribune, sua versão internacional, em Mianmar (antiga Birmânia) – leia reportagem especial sobre o país.

São as primeiras páginas de algum veículo de circulação mundial a serem impressas na pequena economia asiática. Mas talvez dure pouco a aventura.

Mianmar. ‘Herald’ foi 1.º jornal mundial a ser impresso no país

Embora não existam previsões específicas para os leitores mianmarenses (ou birmaneses), caso o país siga os passos da China – da qual sofre a sua maior influência -, os jornais impressos por lá acabam em 2031.

Começo do fim? Na China, impressos podem sumir em 2031

Os motivos listados pelo estudo da Future Exploration para o fim do jornal de papel são nada surpreendentes: cortes de custos das empresas; expansão do consumo de smartphones, tablets e e-readers; migração da publicidade para os meios eletrônicos; criação constante de novas plataformas; e por aí vai.

Previsível. Avanço de mídia eletrônica seria responsável

No Brasil, a propósito, o fim estaria marcado para 2027 pelos cálculos. E estudo do Instituto Verificador de Circulação mostra parte desse processo de transição em curso: o pífio crescimento das vendas dos jornais de papel foi puxado pelos meios eletrônicos em 2012. Enquanto somente 1,8% a mais de jornais estiveram nas mãos dos brasileiros, o salto da circulação dos veículos digitais foi de nada menos que 128% no ano passado.

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