‘Libération’ corta pessoal para tentar sair do vermelho
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‘Libération’ corta pessoal para tentar sair do vermelho

Jornal quer economizar R$ 24 milhões por ano com salários para alcançar o equilíbrio financeiro até o fim de 2015

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16 de setembro de 2014 | 13h45

Logotipo do Libération em sua sede, em Paris (Foto: Efe)

Logotipo do Libération em sua sede, em Paris (Foto: Efe)

PARIS – O diário francês ‘Libération’ anunciou que vai cortar 93 postos de trabalho de um total de 250 empregados, e pretende economizar cerca de oito milhões de euros anuais (R$ 24 milhões) na folha de pagamentos para sair do vermelho até o final de 2015.

“Vamos voltar a por o jornal em situação de independência financeira, tendo em conta que o ano de 2014 foi catastrófico”, disse o gerente da empresa, François Moulias, em entrevista ao Le Figaro.

A direção estabeleceu uma provisão de 10 milhões de euros para a reestruturação, que
Vai reduzir o número de jornalistas de 180 para 130, segundo o Le Figaro.

Em uma primeira fase, a empresa abriu a todos os assalariados a possibilidade de aceitar uma cláusula de desligamento voluntário que paga 12 mil euros (R$ 36 mil) para trabalhadores com mais de 59 anos.
Em dezembro, a empresa vai apresentar novos contratos de trabalho unificados que vão estabelecer que os jornalistas passam a trabalhar tanto para o jornal impresso como para a versão na internet, e os que não aceitarem serão dispensados.

Após a conclusão do processo de desligamento voluntário, o jornal vai iniciar uma nova etapa de deissões até chegar ao número de 93 cortes de cagas.

“O plano foi dimensionado para que o ‘Libération’ volte ao equilíbrio financeiro, o que não ocorre desde 2015. Logo poderemos voltar a nos dedicar aos projetos de desenvolvimento”, destacou o diretor geral, Pierre Fraidenraich. Efe

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