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Manchetes: Alimentos dão golpe no bolso dos argentinos

Veja os destaques dos jornais estrangeiros na área de economia

Carla Miranda

29 de junho de 2011 | 14h01

Seleção de manchetes de economia de jornais internacionais, citadas na coluna do Radar Econômico na rádio Estadão ESPN (AM 700; FM 92,9).

Clarín” – Argentina: Alimentos dão um golpe no bolso dos argentinos. O pão sobe 10% e laticínios também devem ficar mais caros. Água, cerveja e produtos de limpeza tiveram uma alta acumulada no ano de 18%.

The New York Times” e The Wall Street Journal”: A versão impressa dos dois jornais destacou que o Bank of America estava prestes a fechar um acordo de US$ 8,5 bilhões com investidores para encerrar um processo. Mais tarde, a versão online de ambos os veículos informou que o acordo foi concretizado. O Bank of America concordou em pagar essa quantia para acabar com as reclamações de investidores que perderam dinheiro com papéis voltados para empréstimos ligados a hipotecas. Segundo o “Journal”, esse é o maior acordo já feito por um banco na história dos Estados Unidos para pôr fim a um processo. No total, 22 investidores tinham títulos que chegaram a ser avaliados em US$ 105 bilhões.

Jornal de Notícias” – Portugal: Passos vai castigar ministros gastadores. A manchete se refere a uma decisão de Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro português, de punir Ministérios com despesas acima de determinado nível. O texto cita algumas medidas de esforço fiscal do país, por exemplo: os impostos vão aumentar, as demissões serão facilitadas, o governo vai incentivar previdência privada no lugar da pública e os remédios vão ficar mais caros.

Financial Times” – Reino Unido: Grécia enfrenta “voto suicida” contra a austeridade. Segundo o jornal, a Grécia cometeria um suicídio se o seu parlamento não aprovasse as medidas de aperto fiscal propostas pelo governo. Mais tarde, as propostas foram aprovadas pelos legisladores, como noticiou a Agência Estado.

China Daily” – China: Primeiro-ministro chinês fecha acordos com a Alemanha no valor total de US$ 15 bilhões. Os dois países querem dobrar o comércio bilateral até 2015.

Ouça o Radar Econômico na rádio Estadão ESPN

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