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Na China, Microsoft usa preço baixo para combater pirataria

Empresa diz que decisão ajudou a impulsionar as vendas no país asiático

Carla Miranda

27 de outubro de 2010 | 11h37

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Estande da Microsoft em feira de informática na China (foto: Claro Cortes/Reuters)

A iniciativa de grandes empresas de software, como a Microsoft e a Autodesk, de baixar os preços na China para enfrentar a pirataria deu resultado, segundo uma reportagem do “Wall Street Journal Americas”, traduzida para o português.

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O presidente da Microsoft na Grande China disse ao jornal que a decisão “definitivamente” ajudou a impulsionar as vendas da Microsoft no país asiático, mas não deu detalhes.

Já o representante da Autodesk na Ásia e Oceania deu números significativos: desde o ano passado, quando a empresa resolveu cobrar na China metade do preço praticado nos Estados Unidos, o número de licenças no país mais que dobrou. Antes, o valor dos softwares no país asiático eram em torno de 20% a 30% menores que nos EUA.

Segundo o jornal, as empresas reconhecem que o combate à pirataria somente por meio de processos judiciais tem um efeito limitado. As companhias perceberam, ainda, que muitos chineses estão dispostos a pagar o “preço certo” pelos produtos. Antes, a Microsoft usava na China a mesma faixa de preços que nos EUA, sendo que os salários no país asiáticos são muito menores.

Leia a reportagem completa no site do “Wall Street Journal Americas”

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