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Pesquisa: sem Strauss-Kahn, Sarkozy fica empatado em 1º

No levantamento anterior, o chefe do FMI liderava a disputa eleitoral

Carla Miranda

18 de maio de 2011 | 12h28

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Pesquisa ainda não reflete notícia da gravidez da primeira-dama Carla Bruni (foto)
Imagem: Philippe Wojazer/Reuters

A primeira

depois da prisão do diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, confirma o que analistas políticos já vinham afirmando: o atual presidente do país, Nicolas Sarkozy, acabou sendo beneficiado com o caso.

Sarkozy aparece com 22% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o primeiro lugar, François Hollande, do Partido Socialista (PS), o mesmo de Strauss-Kahn. No cenário com a candidata Martine Aubry representando os socialistas, ela e Sarkozy aparecem em primeiro, cada um com 23% das intenções de voto.

Na

Documento

, divulgada em 28 de abril, Strauss-Kahn liderava a disputa, com 26%, enquanto Sarkozy aparecia em segundo, com 21%, tecnicamente empatado com Marine Le Pen (20%), correndo risco de não chegar nem ao segundo turno.

O mesmo instituto de pesquisas constatou que 57% dos franceses acreditam que Strauss-Kahn foi alvo de complô, enquanto 32% não creem nessa possibilidade (11% não responderam).

A nova pesquisa eleitoral, feita no dia 16 de maio, ainda não capta o possível impacto eleitoral da notícia, anunciada ontem (17), de que a primeira-dama Carla Bruni está grávida.

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