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Rombo no Panamericano é de R$ 4 bilhões; BTG faz oferta

Banco de Silvio Santos não teria dinheiro para cobrir crédito duvidoso

Carla Miranda

28 de janeiro de 2011 | 09h47

Atualizado às 11h38

A nova administração do banco Panamericano descobriu um rombo de R$ 1,5 bilhão na instituição financeira, que se soma àquele de R$ 2,5 bilhões revelado em novembro do ano passado, informa o jornal “Valor Econômico”.

Anteontem (quarta-feira, 27), o Economia & Negócios do Estadão adiantou, em reportagem de David Friedlander e Leandro Modé, a informação de que o rombo era maior que R$ 2,5 bilhões, o que levou as ações do banco a caírem mais de 9% ontem. Agora, o “Valor” traz o tamanho do rombo.

Oficialmente, o Panamericano admitiu publicamente que o buraco supera R$ 2,5 bilhões, mas disse não saber qual é o tamanho exato.

O banco de Silvio Santos não teria provisões suficientes para cobrir crédito de liquidação duvidosa, o que contribuiu para o rombo recém descoberto, segundo o “Valor”.

O “Valor” afirma, ainda, que o banco BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, “fez ontem uma proposta firme de compra do controle do Panamericano”. Antes, o Estadão contou que havia cinco instituições financeiras interessadas no banco de Silvio.

Leia reportagem no site do “Valor” (restrita a assinantes)

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