Água Branca, Mistura Fina

Jennifer Gonzales

27 de outubro de 2010 | 18h40

Se a palavra sociável pudesse ser atribuída a um bairro, a Água Branca com certeza ganharia o adjetivo. Suas ruas – entre elas, a Lincoln de Albuquerque e a Airosa Galvão –, se confundem com as de bairros vizinhos,  dada a proximidade geográfica. Perdizes,  por exemplo, tem a Rua Ministro Godói, mas parte dela fica na Água Branca, assim como o início da Rua Monte Alegre,  que abriga a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).  São nesses endereços,  por exemplo,  que se encontram a maioria dos edifícios de  alto padrão da área. “Na Água Branca, as casas predominam”, diz o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio  (Embraesp),   Luiz Paulo Pompéia. “Mas boa parte delas são alugadas para uso comercial, como firmas de advocacia e clínicas médicas.”

“A Água Branca é um bairro de classe média e média-alta, embora haja também alguns imóveis de padrão econômico,  mais antigos”, diz o gerente de vendas da Paulo Leardi Imóveis, Marcio Pimentel. “Naquela área, trabalhamos com usados, cujos preços variam entre R$ 380 mil e R$ 1,2 milhão. Já entre as casas,  há um grande número de locações e um número pequeno de vendas. Os aluguéis são consideravelmente  baixos, eles ficam entre R$ 3,5 mil e R$ 5mil.” 

 “Uma das melhores características da Água Branca é sua topografia mais plana, sem mencionar as ruas tranquilas e próximas a avenidas como a Francisco Matarazzo (ex-Avenida Água Branca)”,  diz A sócia-diretora da MC Construtora,  Débora Cukierkorn Franco.

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