Imóvel acima de R$ 500 mil tem crédito mais caro

Claudio Marques

23 de julho de 2013 | 12h13

THAISE CONSTANCIO / ESPECIAL PARA O ESTADO

Comprar um imóvel com o valor total na média de preços das novas unidades de São Paulo pode ter percalços, especialmente na obtenção de crédito. Os R$ 548,7 mil estão acima do teto atual do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que permite aos mutuários, entre outras medidas, o resgate de recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) para amortização ou quitação dos financiamentos, além de oferecer taxas de juros acessíveis – partindo dos 7,44%.

Atualmente, instituições como a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e o Sindicato da Habitação (Secovi-SP) negociam com o governo federal a extensão do valor limite do SFH para R$ 700 mil. “Ela atenderá uma parcela da população que, embora tenha poder aquisitivo, também precisa de boas condições de financiamento”, diz o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes. Ainda não há, segundo ele, sinalização de que o pedido será atendido no curto prazo.

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