Melhora mercado de locação de escritório de alto padrão no Rio

Melhora mercado de locação de escritório de alto padrão no Rio

Pela quinta vez consecutiva, segmento fechou o segundo trimestre de 2018 com absorção líquida positiva, segundo consultoria

REDAÇÃO

26 de julho de 2018 | 12h44

Região do porto teve o maior número de locação nos últimos três meses. Foto: Fabio Motta / Estadão

Pela quinta vez consecutiva, o mercado de escritórios de alto padrão no Rio de Janeiro apresentou  absorção líquida positiva (calcula do que foi alugado menos o que foi devolvido), segundo levantamento da consultoria  Colliers International Brasil. No segundo trimestre de 2018 houve absorção líquida de 4,8 mil m², com destaque para as regiões do Porto, com 3,3 mil m², e da Orla, 1,6 mil m², que corresponderam a 72% da absorção bruta (absorção total sem considerar as devoluções) no trimestre.


“Diante dos momentos econômico e político brasileiros, essa absorção líquida positiva no Rio de Janeiro deve ser vista com otimismo. O primeiro trimestre foi beneficiado pelas movimentações na área de coworking e os últimos três meses por transações imobiliárias no setor de seguros, principalmente na região do Porto”, analisa Marcia Fonseca, diretora da Colliers Rio.

 

Sobre os preços médios pedidos para locação, o segundo trimestre continua com a tendência de queda que ficaram em R$ 102 m²/mês ante R$ 103 m²/mês no trimestre anterior. A Zona Sul segue com o preço mais alto, R$ 260 m²/mês, seguido por Centro, R$ 114,00 m²/mês, e Orla, R$ 103 m²/mês. As regiões mais acessíveis como Cidade Nova e Barra da Tijuca apresentam R$ 85,00 m²/mês e R$ 82,00 m², respectivamente.

 

Sem novas entregas no primeiro semestre do ano, a cidade, que apresenta um inventário de 1,67 milhão m², fechou o período  com a taxa de vacância estável, em 36%.

 

Já em relação aos imóveis de classe B, no mesmo período, a absorção líquida também foi positiva, 4,6 mil m², a taxa de vacância, no entanto, caiu de 345 para 33%. Com inventário de 976,7 mil m², os preços médios pedidos para locação caíram de R$ 80 m²/mês para R$ 75 m²/mês.

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