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Ações da Apple batem nova máxima e empresa se reafirma como a mais valiosa

Nayara Fraga

17 de agosto de 2012 | 16h40

Atualizado às 17h38

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As ações da empresa fundada por Steve Jobs (1955-2011) alcançaram nova máxima nesta sexta-feira, 17, reafirmando a posição da Apple de companhia mais valiosa do mundo. Os papéis da empresa fecharam a US$ 648,11, em alta de 1,85% — depois de atingir US$ 648,19 durante o dia.

O aumento no valor das ações coincide com os rumores sobre a chegada do próximo iPhone. O analista Peter Misek, do banco de investimento Jefferies, afirmou nesta manhã que existe a possibilidade de o aparelho ser anunciado em meados de setembro, segundo o Wall Street Journal. “Ele elevou sua estimativa de preço (para o papel da Apple) para US$ 900, de US$ 800, e previu que o iPhone 5 possa ser ‘o maior lançamento de aparelho na história’”, diz o jornal.

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A expectativa é de que o próximo iPhone tenha uma tela maior, com 4 polegadas, e um novo design. Imagens que circulam pela web indicam que o aparelho terá uma placa de alumínio na parte de trás e um dock connector menor. O blog iMore disse no início do mês ter obtido, com fontes confiáveis, a informação de que o iPhone 5 será apresentado em 12 de setembro.

A Apple tem valor de mercado de mais de US$ 605 bilhões, quantia quase 50% maior que o valor de mercado da Exxon Mobil, segunda companhia mais valiosa do mundo, que hoje tem avaliação em torno dos US$ 408 bilhões.

Mini-iPad

O lançamento do smartphone pode vir acompanhado de um iPad menor, se os rumores que correm os sites americanos se confirmarem. Publicamente, Steve Jobs sempre condenou a produção de um mini-iPad, dizendo que todos os tablets menores que o iPad estariam mortos logo que lançados. Mas uma troca de e-mails entre executivos da Apple, revelada recentemente, mostrou a abertura da companhia para a ideia de um tablet de sete polegadas.

O site de tecnologia Mashable acredita que a demanda pelo mini-iPad pode ser “enorme”. A aposta se baseia no fato de o aparelho menor custar em torno de US$ 300, 200 dólares a menos que os US$ 500 cobrados atualmente para a versão mais simples da terceira geração do iPad.


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